|
A
Federação Eqüestre Internacional (FEI)
divulgou nessa quarta-feira, 12 de setembro, uma nova atualização
dos rankings mundiais de enduro eqüestre. Os enduristas
brasileiros aparecem muito bem colocados nas quatro diferentes
listas divulgadas pela entidade máxima do hipismo mundial.
Ana Carla Maciel e Karina Camargo Arroyo permanecem na liderança
do ranking individual Young Rider, ocupando respectivamente
a primeira e a segunda colocação. Nessa mesma
listagem, que aponta os melhores cavaleiros e amazonas com
até 21 anos de idade, outras três enduristas
brasileiras aparecem entre os vinte melhores do mundo: Priscila
dos Santos (9ª), Aline Honório (10ª) e Patrícia
Taliberti (14º).
Já no ranking de conjuntos da categoria Young Rider,
o destaque fica para Patrícia Taliberti e seu cavalo
Jam Bob Fire, que ocupam a segunda posição.
A força verde e amarela, no entanto, é comprovada
por mais seis conjuntos nacionais entre os vinte melhores:
Ana Carla Maciel e Pimpinela JSM (7º), Priscila dos Santos
e WN Kamalek (8º), Ana Luiza Lahud e Luthor Rach (10º),
Karina Arroyo e Hafati Alicia (11º), Diego Mortatti Carlos
e HDL Kahar (14º) e Aline Honório e Shibaan HEM
(17º).
Na disputa individual entre os adultos (Open), os brasileiros
também se mantêm em destaque. André Vidiz
avançou várias posições e está
agora na sexta colocação. Mariana Cesarino também
subiu diversos postos, passando de 15ª para 8ª melhor
endurista da categoria, da qual participam 1265 cavaleiros.
E Léo Steinbruch ocupa atualmente a 25ª posição.
O bom desempenho verde e amarelo prossegue no ranking dos
melhores conjuntos da categoria adulta (Open). Afinal, Higor
de Marchi e Gran Farhuk ocupam atualmente a segunda posição
numa lista com 1.725 participantes. Além disso, o ranking
aponta outros dois conjuntos de renome no País entre
os “Top 20” do mundo. Alexandre “Leco”
Razuck e HDL Pantheon, atuais campeões pan-americanos,
aparecem na 12ª posição. Já o conjunto
vice-campeão pan-americano, Maria Vitória Liberal
Lins e Filoteu Rach, está na 17ª colocação.
Segundo dirigentes e enduristas, o desempenho mais que expressivo
dos brasileiros no cenário internacional é conseqüência
de muitos anos de trabalho duro de todos os envolvidos com
o esporte. Hoje, além de ótimos cavaleiros,
o País começa a ter cavalos especialmente selecionados
para o enduro eqüestre, profissionais especializados
e uma boa infra-estrutura. Por isso, muitos envolvidos com
a modalidade vêem esse salto de qualidade como um resultado
natural da contínua evolução vivenciada
pelo setor nos últimos anos.
14/09/2007
Pedro Rebouças
Assessor de Comunicação
Instituto Enduro Brasil
(11) 4739-2299 / (11) 9638-4954
imprensa@enduroequestre.com
www.enduroequestre.com
|